Festival de Páscoa

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O dia da Páscoa é algo que a maioria das pessoas aceita sem questionar o fato de não ocorrer numa data fixa.
A discussão para a fixação de uma data para celebrar a ressurreição de Cristo aconteceu na reunião de Nicéia no ano de 325.
 A reunião foi imposta e patrocinada pelo imperador Constantino para que houvesse uma data padronizada para a Páscoa por todas as religiões cristãs daquela época.
A fixação dessa data era algo muito complicado porque a ressurreição de Cristo ocorreu na páscoa judaica, cujo calendário baseia-se nas fases da lua, e não se tinha conhecimentos astronômicos para sincronizar as fases lunares com o calendário solar presente. Além disso, os cristãos queriam separar essa comemoração da páscoa judaica. O jeito foi associar a ressurreição de Cristo ao equinócio da primavera, ligando com fases da lua e o ciclo semanal dos domingos. Confuso? Sim, e foi assim mesmo.

Para quem não está entendendo o que é equinócio, já já chegaremos lá…

Voltando para a explicação da Páscoa, na reunião de Nicéia ficou definido que a Páscoa deveria cair no primeiro domingo após a primeira lua cheia depois do equinócio (da primavera, no hemisfério norte), mas nunca poderia cair no início da páscoa judaica. Um grande problema, porque não havia conhecimento científico para definir com precisão a data do equinócio.
Equinócio é a data em que o dia tem a mesma duração da noite. Ocorre um equinócio na primavera e outro no outono.
Como curiosidade, temos também os solstícios de verão, onde o dia é mais longo que a noite e o solstício de  de inverno quando a noite é mais longa.

E, por desconhecimento científico, fixou-se por acaso o dia 21 de março para o equinócio da primavera. (No caso do hemisfério norte, no Brasil encontramos-se no outono)

Foi adotada uma regra extra para fixar a Páscoa de modo que ela nunca ocorresse antes de 22 de março e nunca após 25 de abril: “A Páscoa ocorre no 1º domingo após a Lua Cheia Eclesiástica.

Resumo de toda essa bagunça: Ficou se definido que a   Páscoa nem sempre ocorre num mesmo dia, o que aconteceria se sua definição fosse puramente astronômica.

Festivais Espirituais

A cada lua cheia, a Terra e a humanidade são presenteadas com uma grande liberação de Luz e de bênçãos. Durante o ano, ocorrem doze ou treze luas cheias, o que significa que temos doze ou treze desses Festivais de Luz, cada qual trazendo uma energia especial, com correspondência direta com o signo do zodíaco atuante no mês e com um dos Doze Raios Planetários.

Durante os Festivais da Luz, abre-se um canal para a humanidade e ela pode entrar em contato com determinadas energias, que não se encontram com tanta facilidade em outros momentos. Essa distribuição energética possibilita a ocorrência de grandes expansões de consciência e, consequentemente, uma aceleração na evolução espiritual.

De todos os festivais da lua cheia, existem três que são os mais importantes, uma vez que as energias da espiritualidade, da transmutação e da iluminação são derramadas com maior força. São eles: Festival da PáscoaFestival do Wesak e Festival da Humanidade ou Asala.

Festival da Páscoa – Lua Cheia de Áries

Na Santíssima Trindade, representa o Festival do Pai. Este Festival trabalha a energia da Morte e Ressurreição – a morte de tudo aquilo que já não serve mais para a evolução e a ressurreição para uma nova vida. É o Festival da ascensão e ressurreição do Mestre Sananda (Jesus). Além dessas energias, junto com o Festival da Páscoa também é celebrado o Festival do Primeiro Raio. Entre as qualidades positivas deste Raio estão: Fé, Coragem, Firmeza, Vontade e Determinação. O Festival tem duração de dois dias.

Nesta data é de tamanha importância uma meditação e entrega total a espiritualidade, ao poder divino. Refletindo sobre sua missão, sua estádia neste plano e revigorando suas ideias.

Em Maio falaremos sobre o segundo festival importante Wesak, fixado na Lua Cheia em Touro.

Salve Sua Estrela!

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